Desde o início da invasão à Ucrânia, a Rússia voltou a utilizar espionagem e sabotagem com frequência. Putin atualmente adota uma nova estratégia, recrutando cidadãos estrangeiros para realizar ações de sabotagem, como incêndios criminosos.
Essa tática voltou a ser utilizada após a expulsão de mais de 750 diplomatas russos da Europa, mostrando também a falta de tolerância do ocidente. Essa nova abordagem se reflete em possíveis ataques, como explosões e ataques a instalações industriais e militares na Europa.
A escalada de sabotagem russa contra infraestruturas críticas já era uma preocupação dos serviços de inteligência ocidentais. A tentativa de assassinato de Armin Papperger, CEO da Rheinmetall, uma importante fornecedora de armamentos à Ucrânia, foi supostamente comandada pela Rússia.
O cenário de guerra na Ucrânia oferece a Moscou uma oportunidade de intensificar essas operações. A aliança com criminosos locais e o recrutamento de cidadãos facilita ações clandestinas, como os incêndios recentes em instalações ligadas à Ucrânia e ataques a fábricas de armamento.
A manipulação de informações públicas pode gerar incerteza e pânico, enfraquecendo o apoio dos cidadãos à ajuda prestada à Ucrânia. Isso é feito pelas duas partes, tanto pela Rússia quanto pelo ocidente.
Por outro lado, Putin e seus aliados negam envolvimento em qualquer ato de sabotagem. Essa queda de braço entre alguns países ocidentais e a Rússia mostra que a guerra está longe de acabar.






