No universo da moda que eu acompanho com paixão, a novidade da Aluf me encantou profundamente: a marca agora abre as portas para o segmento bridal com vestidos sob medida. Segundo a Vogue, essa expansão nasce de forma orgânica, a partir de histórias reais de noivas que queriam adaptar o DNA da marca — suas modelagens artesanais, sua paleta crua e sua estética sofisticada — para um momento tão íntimo e simbólico.
O ateliê dedicado às noivas, instalado nos Jardins em São Paulo, foi projetado pela estilista e diretora criativa Ana Luisa Fernandes, e se tornou um espaço de criação profundamente pessoal. Cada encontro com a cliente é tratado como uma “sessão terapêutica”, em que a narrativa de vida se transforma em tecido, corte e textura. Já foram assinados mais de 20 pedidos — e cada vestido é pensado para refletir a identidade, os afetos e as memórias de quem vai usá-lo no grande dia.
Para mim, esse movimento da Aluf representa algo além de uma nova linha de negócio: é uma celebração da moda afetiva, em que vestes não são apenas peças, mas mapas de histórias. O fato de a estilista produzir poucos vestidos por ano — apenas três ou quatro — reforça o caráter artesanal e exclusivo desse trabalho. E, para quem adora moda com significado, é inspirador ver uma marca que consegue juntar sustentabilidade, tradição e personalização em uma proposta bridal tão genuína.






