O Casa Fácil Paraná — maior programa habitacional do Estado — ganhou nesta segunda-feira um novo capítulo. O Carlos Massa Ratinho Junior anunciou a liberação de R$ 533 milhões para a construção de moradias em 324 municípios do Paraná com até 25 mil habitantes, voltada especialmente a famílias em situação de vulnerabilidade social.
A iniciativa prevê a construção de até 25 casas por município, de acordo com o porte populacional: cidades com até 10 mil habitantes receberão 10 unidades; as maiorzinhas, até 25.
Essas moradias serão entregues gratuitamente às famílias que têm renda de até dois salários mínimos e que nunca participaram de programas habitacionais anteriores. Ou seja: não haverá financiamento para essas unidades nesta modalidade.
O programa funcionará por meio de convênios entre o Estado (via Companhia de Habitação do Paraná – Cohapar) e as prefeituras, que ficam responsáveis por indicar os terrenos, executar a infraestrutura e mobilizar o processo, enquanto o Estado fornece o projeto padrão e acompanhamento técnico.
A aposta é que, ao atingir cidades menores e regiões mais distantes, o impacto seja duplo: melhora da condição de moradia para famílias vulneráveis e estímulo ao desenvolvimento local — com construção civil, geração de trabalho e fixação de famílias no município.
Para muitos, essa medida consolida que a moradia digna não se resume ao grande centro urbano — e que o Estado assume papel de promotor de equidade territorial, levando atenção às “outras” cidades, não só às capitais e grandes regiões.
Se quiser, posso elaborar agora uma versão mais regionalizada, focando no impacto por microrregião ou município-exemplo dentro desses 324 beneficiados, adaptada para a edição local do jornal.






