Após dois anos seguidos de queda, a dívida bruta brasileira voltou a subir, atingiu 74,3% do PIB (Produto Interno Bruto), no ano passado, no primeiro ano do Governo Lula. As despesas (com juros) da dívida chegaram a R$ 718 milhões, o equivalente a 6,61% do PIB, tornando-se o maior valor desde 2015. Entretanto, a tendência é de que continue em alta para o endividamento público do país durante 2024.
A dívida bruta é um dos principais indicadores econômicos observados pelos investidores no momento da avaliação da saúde das contas públicas. Os especialistas alertam também que o resultado divulgado pelo Banco Central apresenta que o problema fiscal no Brasil continua longe de conseguir ser resolvido. Além disso, o sinal de crescimento continua no amarelo.
Em 2022, a dívida ficou em 71,7%, porém o governo da época do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) adiantou as despesas no ano em que o mesmo disputava a presidência com Lula. O aumento da dívida bruta é resultado do déficit primário de R% 249,12 bilhões, representando 2,29% do PIB das contas do setor público, o que inclui União, Estados, municípios e estatais.
q.f.f.f.a.m.






