Um mundo iniciou o terceiro dia do ano de 2026 em um clima de tensão, cheio de incerteza! A invasão dos Estados Unidos à Venezuela, mais a captura e prisão de Nicolas Maduro (presidente da Venezuela) e da primeira dama, Cilia Flores, foram ações que deixaram marcas nas terras que sofreram com o ataque e explosões, assim como a preocupação não somente no povo venezuelano como de outras nações.
Ainda na madrugada de sábado (03) o bairro de Caracas foi palco de explosões, assim como os estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, já se manifestou sobre o ocorrido. Ainda na manhã deste sábado, Rodriguez declarou não saber sobre o paradeiro de Maduro e exigiu uma prova de vida do presidente. A exigência ainda não foi cumprida ou teve uma resposta do governo americano.
As únicas informações obtidas sobre, vieram por meio de manifestações do governo americano, junto de informações da imprensa. O secretário de Estados do país, Marco Rubio, afirmou que o presidente venezuelano foi “capturado e retirado do país” durante a operação e levado para os Estados Unidos da América. Segundo a imprensa americana, tropas de elite da Delta Force teriam retirado Maduro e Cilia de seus aposentos durante a madrugada.
A ação já teve reações e opiniões de presidentes de outros países, que inclusive, se mostraram contra a decisão de Donald Trump. No Brasil, o presidente Lula condenou os ataques e afirmou que a ação cria um “precedente perigoso”. O governo brasileiro realizou uma reunião ministerial de emergência neste sábado. A ministra interina das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha, informou que não há registro de brasileiros entre as vítimas dos ataques.
Sobre os ataques, é de conhecimento geral que eles façam parte de uma escalada de tensão entre os dois países.
A líder da oposição, María Corina Machado, afirmou que Nicolás Maduro foi removido do poder após recusar uma saída negociada. Segundo ela, Edmundo González, apontado pela oposição e por observadores internacionais como vencedor da eleição de 2024, deve assumir a Presidência da Venezuela.






