O caso envolvendo o ex-diretor geral da Polícia Rodoviaria Federal (PRF), Silvinei Vasques, continua em destaque! Preso na madrugada de sexta-feira (26/12) no Aeroporto Internacional de Assunção, no Paraguai, enquanto tentava fugir do país. Segundo a Polícia Federal, ele viajou de carro de Santa Catarina até a capital paraguaia e pretendia embarcar para El Salvador.
Câmeras daquela noite, registram Silvinei colocando sacos de ração, malas e até mesmo seu cachorro, dentro do carro que ele utilizaria para fugir do Brasil.
De acordo com autoridades paraguaias, Silvinei tentou usar documentos falsos, como identidade e passaporte em nome de outra pessoa. Após a verificação de fotos e impressões digitais, foi confirmada a frauda. Ele também declarou oficialmente sua entrada no Paraguai, o que levou à sua expulsão.
No dia 16 de dezembro deste ano, Vasques foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes como tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e organização criminosa armada. A prisão preventiva foi decretada pelo ministro Alexandre de Moraes após a tornozeleira eletrônica do ex-diretor para emitir sinal, o que indicou possível rompimento do equipamento.
Na noite de sexta-feira, Silvinei foi entregue à Polícia Federal em Cidade do Leste, na fronteira com o Brasil, e levado para a sede da PF em Foz do Iguaçu (PR). No sábado, ele foi transferido para Brasília, onde chegou escoltado por agentes da Polícia Federal.
Segundo a denúncia da Procuradoria-Geral da República, Silvinei Vasques foi responsável por ordenar blitze da PRF no segundo turno das eleições de 2022, com o objetivo de dificultar o acesso de eleitores às urnas. Ele havia sido solto anteriormente com medidas cautelares, mas voltou a ser preso após tentar fugir do país.






