O ano de 2025 foi certamente um marco para a Bancada Feminina da Assembleia Legislativa do Paraná. Na área Legislativa, avanços recorrentes mais as ações à proteção e ao fortalecimento dos direitos das mulheres no Estado, mostraram que a bancada procurou atender as necessidades e fortalecer os direitos das mulheres paranaenses. Liderado pela deputada Mabel Canto (PP), o grupo apresentou seis projetos de lei, aprovou dez leis e realizou audiências públicas e atividades de capacitação ao longo do ano.
Um dos momentos mais impactantes e que merece ser recordado, foi a realização de duas audiências públicas, que discutiram políticas de acolhimento e autonomia para mulheres em situação de vulnerabilidade e a saúde da mulher no climatério. Além disso, também tivemos a oficina de defesa pessoal, com foco na prevenção e na segurança feminina.
O lançamento da pagina oficial da Bancada Feminina no site da Assembleia Legislativa também foi um ponto importante no ano de 2025. A página visa ampliar a transparência e o acesso da população ás informações. Além disso, foram impressos e distribuídos exemplares do Código Estadual da Mulher Paranaense para instituições públicas e entidades da sociedade civil.
A atuação do grupo também resultou na certificação do Selo ABNT de Boas Práticas no Combate à Violência contra as Mulheres, tornando o Parlamento paranaense pioneiro no país. No Judiciário, uma articulação da Bancada contribuiu para a criação do Projeto Cartório Acolhedor, voltado à empregabilidade de mulheres vítimas de violência doméstica.
Durante o Mês da Mulher, em março, a Bancada realizou a entrega do Prêmio Rosy de Macedo Pinheiro Lima a dez mulheres que se destacaram em suas áreas. A Comissão de Constituição e Justiça também promoveu uma reunião especial para analisar projetos ligados aos direitos das mulheres.
Criada pela Resolução nº 11/2022, a Bancada Feminina é suprapartidária e reúne todas as deputadas estaduais. A iniciativa fortalece a presença das mulheres no Parlamento e garante às parlamentares as mesmas prerrogativas dos líderes partidários, ampliando a participação feminina nas decisões da Casa.






