A pesquisa Quaest governo Paraná divulgada em abril de 2026 revela um cenário ainda em formação para a disputa estadual. O levantamento mostra que, apesar de já haver um nome à frente nas intenções de voto, a maior parte do eleitorado ainda não definiu sua escolha, indicando que o quadro eleitoral pode mudar até o período oficial de campanha.
De acordo com os dados, o senador Sergio Moro aparece na liderança no cenário estimulado, com cerca de 35% das intenções de voto. Em seguida, surgem Requião Filho, com 18%, e Rafael Greca, com 15%, configurando disputa pelas posições seguintes dentro da margem de erro.
A pesquisa Quaest governo Paraná também testou outros nomes, como Sandro Alex, que aparece com cerca de 5%, além de candidatos com menor pontuação. Mesmo com a presença de diferentes pré-candidatos, o levantamento aponta uma concentração maior de intenções de voto nos primeiros colocados.
Um dos dados mais relevantes é o índice de indecisos. Em cenário espontâneo, sem apresentação de nomes, cerca de 84% dos entrevistados afirmaram não saber em quem votar. Esse número evidencia que a corrida eleitoral ainda está em estágio inicial e pode sofrer alterações significativas ao longo dos próximos meses.
A pesquisa Quaest governo Paraná também simulou cenários sem a presença de alguns candidatos. Quando determinados nomes são retirados da disputa, a vantagem do líder se amplia, indicando transferência de votos e reorganização das preferências do eleitorado.
Nos cenários de segundo turno, o levantamento aponta que Sergio Moro venceria os principais adversários testados. Contra Requião Filho, por exemplo, o senador aparece com 49% das intenções de voto, enquanto o oponente registra cerca de 30%.
Em uma simulação contra Rafael Greca, o resultado também indica vantagem para Moro, com 44% contra 29%. Apesar disso, ainda há uma parcela significativa de eleitores indecisos ou que pretendem votar em branco ou nulo, o que reforça a volatilidade do cenário.
Outro ponto destacado pela pesquisa Quaest governo Paraná é o contexto político do estado. O levantamento indica um cenário de relativa fragmentação entre os candidatos, com diferentes grupos tentando se consolidar como alternativa ao eleitorado.
A metodologia da pesquisa considerou entrevistas presenciais com mais de mil eleitores, com margem de erro de aproximadamente três pontos percentuais. Esse tipo de levantamento é considerado um retrato do momento e pode sofrer variações conforme o avanço da campanha e a definição oficial das candidaturas.
Especialistas apontam que, neste estágio, fatores como alianças políticas, tempo de exposição e estratégias de campanha ainda terão grande influência na definição do voto. O alto índice de indecisos reforça que a disputa segue aberta e sujeita a mudanças.
A pesquisa Quaest governo Paraná mostra, portanto, um cenário com liderança definida, mas ainda distante de uma consolidação eleitoral. A tendência é que os números evoluam à medida que a campanha avance e os eleitores passem a ter mais informações sobre os candidatos e propostas.






